Vinicius M, Auditor
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Vinicius M

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Andre Figueiredo, Desenvolvedor
Andre Figueiredo
Comentário · há 2 anos
Primeiro de tudo, sou formado em Ciência da Computação e não tenho qualquer relação com partidos, universidades ou governo. Porém tenho certo conhecimento da urna e das etapas do processo.

"Não são auditáveis ou verificáveis."

A urna é AUDITÁVEL SIM, inclusive por representantes dos próprios partidos políticos, na última auditoria as urnas são lacrados imediatamente com múltiplas assinaturas digitais, inclusive de representantes de TODOS os partidos políticos! O próprio entrevistado confirma isso! Sugiro reler! Se não acreditar no que o entrevistado diz, vá até os diretórios de partidos políticos, perguntar isso.

E se você acha que uma assinatura digital pode ser burlada, não não pode. Esqueça Hollywood quebrando criptografia. Simplesmente é matematicamente impossível quebrar/burlar as chaves de assinaturas digitais com nossos recursos atuais. Só para ter uma noção, por tentativa e erro seriam necessários MILHARES DE ANOS, se você tivesse mais sorte que ganhar na mega-sena de acertar logo nas primeiras tentativas.

"Digamos, hipoteticamente, que uma simples chave de código que altere os valores de registro seja inserida no programa durante a configuração (ex.: o eleitor registra" 39 "e a urna lê" 42 ")."

O que é chave de código aqui? Isso não existe. Se você está falando de trecho de código, assim como no caso das configurações, não há como inserir porque a urna NÃO tem acesso fisico wireless, não tem o chip na sua placa eletrônica. É fisicamente impossível por wireless. Teria que ser acessada cada urna individualmente. Se por ventura, alguém conseguir adulterar o código da urna por outro meio, sabe o que acontece? A assinatura digital citada lá atrás não bate mais!

"Em 2017, no estado norte-americano da Virgínia, verificou-se a ocorrência de fraude em urnas DRE por incompatibilidade entre os votos registrados e efetuados."

FALSO! O que ocorreu é que em uma conferência de segurança (de "hackers"), conseguiram hackear ALGUNS TIPOS de urnas eletrônicas, e que diga-se de passagem sem alterar o resultado dos votos. Algumas urnas que eram do mesmo tipo foram substituídas em Virginia.

"Os sucessivos testes de segurança revelam problemas TODOS OS ANOS. E ao invés de resolver os problemas, o TSE em regra substitui quem os realiza. As vulnerabilidades se repetem."

Assim como nas urnas americanas, nenhuma das vulnerabilidades encontradas nos testes públicos do TSE nas nossas urnas permitiu a alteração dos votos. As vunerabilidades encontradas foram de diferentes tipos, mas só permitiam VISUALIZAÇÃO dos votos. Algumas outras foram alterações de variáveis dentro do sistema (o que não seria possível no mundo real) que não puderam alterar o voto.

"A própria lei que se dispõe a resolver esse problema - a impressão de votos - foi atropelada por ninguém menos que 8 ministros do STF, num atentado sem precedentes à democracia."

O TSE, o STF, todo mundo é favorável à ideia de adoção do registro impresso. E até já foram feitas tentativas de impressão de voto, sabe o que houve na prática? Problemas, muitos problemas. Problemas mecânicos nas impressoras alongaram a votação em seções eleitorais bem além do horário previsto, com eleitores tendo que voltar a votar em cédulas de papel.

Além disso, se a preocupação é do eleitor confirmar na hora o seu voto, esse ato isolado não representaria "certeza absoluta da ausência fraude". Porque um código malicioso poderia
burlar mandar a impressora imprimir o número que o usuário entrou, e alterar o voto dele em outro trecho.

Enfim, peço a que o pessoal que esteja comentando. Que seja um pouco mais racional, que apresente dados e bons argumentos para o debate. E que não perpertuem fake news, não caiam em falácias, principalmente de Argumentum ad Personam, como mera opiniões de "sabidos" que se usam de suas posições de Professores como se fossem especialista de segurança.
C
Caio Soares
Comentário · há 5 anos
De novo esse artigo, esse tópico já foi discutido aqui: http://pauladiasreis.jusbrasil.com.br/noticias/146723202/concurso-publicoeuma-maquina-de-injustica-social

Mas, enfim... Vou me manifestar novamente.

Estou dentro do serviço público, e não vi esse problema todo causado pelo método de seleção que a FGV tanto prega. Na grande verdade, o problema da falta de qualidade é de antes do concurso público, na grande maioria, os servidores sem compromisso não são concursados, entraram pré-CF88.

Só mesmo a FGV pra achar que concursos públicos de alto nível de dificuldade seleciona pessoas sem capacidade.

Deem uma olhada na lista de resultado dos grandes concursos, tipo Receita Federal, e vocês acharão excelentes profissionais, alguns com mestrado no ITA, por exemplo. Façam isso e vocês encontrarão perfis como o seguinte:
Eng. Mecânico pela Unicamp, duplo diploma na França, intercâmbio de estudos no Japão, medalhas em olimpíadas de matemática, trabalhou na Bain & Co (empresa de consultoria estratégica top de linha) e já era engenheiro do Ministério da Fazenda.

Concurso público é para, antes de qualquer coisa, selecionar com objetividade, respeitando os princípios da impessoalidade e eficiência.
A exigência de experiência profissional desfavorece quem não tem bons "contatos" para conseguir o primeiro emprego. E essa avaliação acadêmica favorece que tem condições de pagar R$ 800,00 por mês em uma pós na FGV.

Enfim, parem de ressuscitar isso, essa pesquisa é absurda e, para o bem de todos, foi esquecida e ignorada na época em que publicada.

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